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    Com muitas mudanças no elenco e dificuldades na preparação, o time de Dani Gonzáles é uma incógnita para confronto com rival da Catalunha

    adminBy adminAgosto 19, 20201 comentário6 Mins Read
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    Texto e edição: Cathia Valentim, Thiago Ferreira e Rafael Alves

    Criado em 2001, Las Colchoneras são uma das maiores equipes de futebol feminino da Espanha. São tricampeãs da Primera Iberdrola, (2016/17, 2017/18 e 2018/19) e campeãs da Taça da Rainha (2016). Em seu melhor desempenho na competição, Atleti tentará surpreender o Barça para seguir superando a desconfiança

    Após perder 7 atletas e mudar boa parte de seu elenco titular, e algumas atletas em recuperação, que foram infectadas pelo COVID-19 o Atlético de Madrid se tornou uma incógnita para o seguimento da competição, apesar das expectativas serem boas pelos nomes que foram chamados. Atletas com identificação com o clube e peças fundamentais, como a goleira Lolla Gallardo e a lateral mexicana Kenti Robles , deixaram o Atleti para assinarem respectivamente com o Lyon e o rival Real Madrid e isso deixou dúvidas. Para piorar, a zagueira Elena Linari (trasnferida para o Bordeux), e a goleira Sara Van Veenendal (PSV-HOL), que foi contratada com grandes expectativas, também deixaram as rojiblancas deixando uma dúvida imensa de como o time de Madrid iria superar a perda de atletas tão importante.

    A resposta veio logo com 9 nomes e pelo menos 4 deles, nomes de relativo peso, como a goleira sueca, Hedvig Lindahl, considerada uma das melhores do Mundo na Posição, as laterais Merel van Dogen, Alia Guagni e a experiente meia atacante alemã Turid Knaak, aumentou as expectativas de um time mais competitivo. Além disso, a goleira Pauline Peyraud-Magnin também ganha destaque.

    Dani Gonzales é 4º treinador do Atleti em pouco mais de 3 anos e com ele, as colchoneras esperam subir de patamar em âmbito europeu (Foto: atleticodemadrid.com)

    Resumo temporada 2019/20

    O atleti oscilou bastante durante a temporada. Na Primeira Iberdrola, a equipe fez 21 jogos, onde venceu 15, empatou 5 e perdeu 1. Foram 43 gols marcados e 17 gols sofridos. A derrota, veio justamente de seu adversário direto na briga pelo título, o Barcelona, em uma goleada por 6×1. A equipe terminou a competição na 2a colocação e garantiu vaga na UWCL 2020/21. Na Supercopa da Espanha, foram eliminadas nas semifinais ao perder para o Barcelona por 2×3. Já na Copa da Rainha, a equipe foi eliminada nas oitavas de finais, após empatar por 0x0 contra o Real Betis e perder a disputa de pênaltis por 4×2.

    Na UWCL, a trajetória do Atlético de Madrid também foi marcada por altos e baixos. A equipe estreou já na fase de 16-avos-de-finais da competição contra o Spartak Subotica, e venceu por 2×3 na Rússia, com 2 gols e uma assistência da brasileira Ludmila. No jogo de volta, a equipe empatou por 1×1 após está perdendo até os 83′ de jogo. Ludmila (que estará suspensa para a partida contra o Barça) encontrou Strom, para garantir a classificação às oitavas de finais.

    Nas oitavas, o atleti enfrentou o Manchester City. Empatou por 1×1 na Inglaterra, aos 81′ com gol de Corral, em mais uma assistência da Ludmila. E venceu por 2×1 na Espanha com gols de Sosa aos 68′ e um gol contra de Houghton aos 40′ de jogo. Beckie descontou para o City aos 88′.

    Em sua possível estreia, Lindahl pode ser essencial para um eventual triunfo colchonero (Foto: All Over Press)

    Dados da equipe na UWCL 2019/20
    Artilheira da equipe: Ludmila, 2 gols e 3 assistências
    4 jogos: 2 vitórias e 2 empates
    7 gols marcados= média de 1,8/ jogo
    5 gols sofridos = média de 1,3/ jogo
    68 chutes a gol = média de 17/jogo
    27 chutes no gol
    28 chutes para fora
    13 chutes interceptados
    23 tiros de canto = média de 5,8/jogo
    7 tiros de canto concedidos = média de 1,8/jogo

    O Atlético de Madrid enfrenta o Barcelona na sexta-feira, dia 21, as 13h pelo horário de Brasília

    Para o confronto contra o Barcelona

    Varias atletas importantes na temporada positivaram para Covid-19 e não atuaram contra o Barça. Outra ausencia sentida será da principal jogadora da temporada, a brasileira Ludmila que está suspensa.

    Além disso, após perder a goleira Lola Gallardo e a lateral direita mexicana Robles, ambas titulares, o Atléti contratou ótimas reposições, a sueca Lindahl e a italiana Guagni para as respectivas posições. A equipe que trabalhou toda a última temporada no 4-2-3-1 não deve fugir muito dessa formação.

    Na fase defensiva às 10 jogadoras de linha trabalham, seja marcando alto ou atrás da linha da bola, dependendo da exigência do jogo. A linha de 4 deve contar com a italiana Guagni, a francesa Tounkara, a holandesa Van Dongen e Menayo pela esquerda. A titular Aleixandri esta afastada do grupo, em quarentena. Chegando ao meio campo, 2 outras peças estão afastadas. Messeguer era a 1ª volante e deve fazia dupla com a colombiana Leicy Santos, ambas com muita qualidade com a bola, mas Leicy com mais liberdade para transitar entre os setores. Sem elas, Peña deve ganhar oportunidade na vaga de Leicy e a inglesa Jade Moore deve ser a escolhida para proteger a linha defesiva, mas não podemos descartar Menayo atuando por ali.
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    A frente, o quarteto ofensivo mostrou muitas opções, e o principal era o da centroavante brasileira Ludmila, que atuando como uma 9 de mobilidade, recebia passes em profundidade e/ou buscava tabelas rápidas. A movimentação constante da brasileira gerava muito espaço para infiltrações, por Angela Sosa, que geralmente atua centralizada no trio de meias, a da mexicana, também afastada, Charlyn Corral, juntamente da inglesa Toni Duggan, que atuaram abertas por toda a temporada, aproveitam muitos estes espaços gerados para pisar na área. Na temporada, a equipe pressionou muito forte a saída adversária, principalmente com Ludmila e Duggan, a idéia passa por recuperar a bola o mais rápido possível e atacar o espaço antes que se feche. No fim das contas, Duggan deve ser a referência no ataque.
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    Outras opções bem comuns são Amanda Sampedro, que trabalha como uma ponta armadora e, deve atuar pela ponta direita, e a ala sueca Kylie Strom, que faz todo corredor esquerdo e tem muita velocidade além de ajudar defensivamente. A venezuelana Deyna Castellanos, já mais agressiva e contundente, infelizmente também testou positivo para o novo Coronavirus.
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    Téc.: Dani Gonzalez

    Craque: Toni Duggan
    Sem Ludmila, a inglesa Duggan deve ser a esperança de gols.

    Peça Chave: Angela Sosa
    Sem Meseguer, Sosa 

    Wonderkid: Deyna Castellanos
    Afastada, Com 21 anos, o fenômeno venezuelano chegou recentemente a equipe colchonera.

    Arte: Thiago Ferreira / De Primeira
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