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    [Análise] A busca pelo equilíbrio do SPFC de Lucas Piccinato; por Thiago Ferreira

    adminBy adminFevereiro 19, 2020Sem comentários3 Mins Read
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    Após uma estreia terrível onde foi dominado pelo organizado Cruzeiro na 1ª rodada e uma empate amargo, onde vencia por 2 a 0 em casa, frente o Internacional, o São Paulo segue sua caminhada em busca do equilíbrio. E na 3ª rodada, mais um passo foi dado em direção ao objetivo.

    Na estreia do Brasileiro, o tricolor do Morumbi jogou com duas linhas de 4 e uma dupla de ataque. Dados os desfalques servindo a seleção sub-20, Lucas foi a campo com Carla no gol, Thais e Gislaine na zaga, Roberta e Natane pelas laterais, Ana Cris e Larissa de volantes, Duda pela direita e Mylla pela esquerda e Gláucia e Karol na frente.

    Reprodução: Twitter/@BRFeminino

    A ideia era, mesmo fora de casa, ter a bola e circulá-la, já que a superioridade técnica do SPFC perante o cruzeiro (desfalcado de seus dois maiores talentos, Mica e Duda, na seleção de base) era visível. Porém, o cenário imaginado foi completamente inverso, o Cruzeiro injetou intensidade ao jogo, marcou alto dificultando a saída curta pelo chão e obrigando o SPFC a procurar Glaucia em bolas longas, as defensoras cruzeirenses se aproveitaram bem da situação, já que tanto Mayara quanto Jajá são excelentes no embate físico. E assim foi por quase toda a partida, o São Paulo perdeu na estreia e veio com mudanças sensíveis para o segundo jogo.

    Contra o Inter, a mudança foi estrutural, do 4-4-2 para o 3-4-3. Bruna Cotrim, que pode atuar tanto de lateral como de zagueira, ganhou uma vaga na defesa pelo lado direito, Yaya retornou ao meio campo no lugar de Larissa, Dani ganhou a posição de Natane na ala esquerda, Giovana entrou na ala direita e Jaque compôs o trio de ataque com Duda e Gláucia. A mudança surtiu efeito, o SPFC jogou melhor comandando as ações do jogo, entretanto, alguns detalhes importantes ainda precisavam ser ajustados.

    Reprodução: Twitter/@BRFeminino

    Gislaine que é muito forte pelo alto e tem boa relação com a bola, é lenta, sofreu quando tinha de sair da linha para pressionar alguma adversária nas costas das volantes tricolores. A defensora aliás, comete um dos pênaltis da partida. Final, 2 a 2 e mais pontos que ficaram pelo caminho.

    Chega a 3ª rodada e o SPFC não joga fora o aprendizado das 2 primeiras rodadas, buscando o ajuste agora defensivo. A equipe se mantém. Thais, jovem zagueira que conta com um excelente senso de cobertura foi menos exposta posicionada como zagueira da sobra. Na fase defensiva, 2 linhas de 4 com Gláucia e Jaque a frente, iniciando a pressão. a equipe trabalhou muito em bloco alto ou médio e com marcação mista (em zona, mas buscando alguns encaixes).

    Na fase ofensiva, a opção seguiu sendo por uma saída em 3 com as zagueiras, as laterais geraram amplitude, ou seja, alargam o campo e subiam simultaneamente. A volante Ana Cris se manteve na base da jogada, a frente das zagueiras, e permitiu as infiltrações de Yaya. Um detalhe interessante é que a aproximação de Yaya, Duda e Gláucia, por dentro, pôde ser observada logo no 1° gol do São Paulo no jogo. Por fim, Jaque é a responsável por atacar em velocidade a última linha adversária em movimentos de ruptura, já que é a mais veloz do setor ofensivo e tem o melhor 1 contra 1 também.

    Reprodução: Twitter/@BRFeminino
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