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    A Copa das mulheres: Ana Thais Matos e Alline Calandrini falam sobre as expectativas e o papel das mulheres na imprensa durante o Mundial

    adminBy adminJunho 4, 2019Sem comentários4 Mins Read
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    A Copa da França promete ser a competição de futebol com mais mulheres jornalistas desempenhando papéis importantes nas transmissões dos jogos na história do jornalismo brasileiro

    O protagonismo das mulheres na Copa do Mundo de Futebol Feminino não se resume apenas às atletas dentro de campo. Fora deles, dezenas de profissionais estarão envolvidas com as transmissões do evento.

    O Planeta Futebol Feminino apurou que mulheres comentaristas estarão presentes em quase 50% das transmissões da Copa do Mundo pelo canal SporTV, aumentando o número de envolvidas quando em comparação com o último Mundial, em 2015.

    A COBERTURA

    A comentarista Ana Thais Matos será uma das profissionais trabalhando durante o evento. Para ela, ter tantas mulheres trabalhando na Copa é ótimo para a representatividade feminina e um ponto de partida na equidade de condições de trabalho de homens e mulheres no jornalismo.

    Mas, mais do que isso, ela acredita que a cobertura do Mundial como um todo será diferente neste ano.

    “Mais do que muitas mulheres, é muita cobertura”, disse a comentarista em entrevista ao Planeta Futebol Feminino. “Essa é a maior Copa do Mundo Feminina em questão de mídia, de imprensa cadastrada na França, de ingressos vendidos…”, completou.

    Além de Ana Thais, nomes como Milene Domigues e Nadja Mauad também figuram na lista de comentaristas dos jogos do Mundial. Os canais SporTV exibem todas as 52 partidas da Copa do Mundo de Futebol Feminino de 2019.

    Pela Bandeirantes, Alline Calandrini será uma das jornalistas responsáveis pelos comentários dos jogos. Além do Mundial, Calandrini também faz parte das transmissões do Brasileirão Feminino pela emissora.

    A Band vai transmitir ao todo 13 partidas da primeira fase. O canal foi um precursor e um meio muito importante para a chegada do futebol feminino aos lares brasileiros nos últimos 15 anos.

    Para Calan, que é ex jogadora e vestiu a camisa da seleção feminina algumas vezes, essa cobertura promete ter um gostinho especial.

    “Nunca consegui ir para a Copa do Mundo principal como atleta. Sempre bati na trave. E dessa vez eu estou participando como jornalista”, contou ela, que diz estar tão ansiosa quanto ficava quando era atleta.

    Alline também destacou o tamanho da cobertura da mídia como um todo, mas acredita que é um grande momento para as mulheres no jornalismo esportivo. “Assim como o futebol feminino está acontecendo, nosso espaço nesse meio jornalístico, que é muito machista, também está sendo conquistado”.

    Além da Band, a Rede Globo também vai transmitir as partidas da seleção brasileira em TV aberta. Com isso, o alcance dos jogos da seleção feminina promete ser gigantesco. Isso porque, graças ao grande número de emissoras afiliadas, a Globo tem uma abrangência nacional maior do que a de outras emissoras do país, o que vai servir como um poderoso instrumento de massificação e disseminação do futebol feminino por aqui.

    O LEGADO

    Tanto para Ana Thais Matos quanto para Alline Calandrini, essa Copa do Mundo será um momento importante para a modalidade no Brasil e no mundo.

    Para Calandrini, um legado importante é a possibilidade da criação e identificação das jogadoras da seleção feminina como ídolos para as meninas assistindo. “Que as meninas possam sonhar em ser uma Beatriz, Érika, Ludmilla, entre outras”, disse ela.

    Além do resultado esportivo da formação de novas meninas sonhando em ser jogadoras, ela também acredita no impacto positivo para que as marcas enxerguem o potencial de mercado que a modalidade tem. No entanto, ela espera que esses avanços não dependam exclusivamente do resultado da seleção dentro de campo.

    Já para Ana Thais, o principal legado pode ser a mudança de uma mentalidade que algumas pessoas ainda têm em relação ao esporte.

    “Acho que vai ser um ponto de partida para as pessoas acompanharem a modalidade e verem que os jogos são muito bons e pararem com essa coisa de que o futebol feminino é chato”, disse. “A Copa do Mundo vai deixar um legado muito grande pra gente continuar repensando como e o que a gente quer de futebol feminino no Brasil e no mundo”, finalizou.

    A Copa do Mundo de Futebol Feminino começa na próxima sexta-feira, dia 07 de junho, com a partida entre França e Coréia do Sul. O jogo de abertura será transmitido pela Band na TV aberta e pelo SporTV na TV fechada.

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