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    Home»Champions League Feminina»Raio-X do Esquina #11: Arsenal
    Champions League Feminina

    Raio-X do Esquina #11: Arsenal

    Cathia ValentimBy Cathia ValentimOutubro 8, 2024Updated:Outubro 8, 2024Sem comentários4 Mins Read
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    Ficha Técnica

    Nome: Arsenal Women Football Club

    Cidade/País: Londres, Inglaterra

    Fundação: 1987

    Estádio: Emirates Stadium (60.700 lugares)

    Títulos: 1 (2006/07)

    Capitã: Kim Little

    Técnico: Jonas Eidevall

    Projeção: Semifinais

    Arsenal Women

    Créditos imagem: Reprodução / Arsenal.com

    O Arsenal foi fundado em 1987, como Arsenal Ladies Football Club. Em 2017 passaram a se chamar Arsenal Women Football Club. Em sua história, as gunners conquistaram 60 títulos, sendo as maiores campeãs do futebol feminino inglês, e a única equipe inglesa a conquistar uma Liga dos Campeões Feminina, feito obtido na temporada 2006/07. Sua era mais vitoriosa foi sob o comando do lendário Vic Akers, fundador e primeiro treinador da equipe, que esteve à frente do time por 22 anos e conquistou 33 troféus.

    Última participação na UWCL

    Após fazer uma grande temporada na edição 2022/23 do torneio, onde conseguiram voltar a disputar a semifinal da competição após dez anos, o Arsenal foi do céu ao inferno na temporada passada ao não conseguir sequer passar da primeira fase eliminatória para a competição. A equipe se viu caindo diante do Paris FC, nos pênaltis, e deu adeus ao torneio de forma precoce.

    Nesta edição, as gunners chegaram à fase de grupos após vencerem o Racing, por 6 a 0, e o Rosenborg, por 1 a 0, na primeira fase eliminatória; e, vencer o BK Häcken, por 4 a 1, placar agregado.

    O que esperar da equipe

    Esta será uma temporada divisora de águas para o Arsenal, e principalmente para Jonas Eidevall, que finalmente tem seus resultados colocados em cheque pela torcida e dirigentes. As gunners vem de uma temporada decepcionante, onde tiveram que mais uma vez se contentar em serem coadjuvantes do arquirrival Chelsea, e também do Manchester City. A queda precoce nas eliminatórias para Liga dos Campeões foi agravada pela saída, também precoce, da disputa pelo título da Liga, onde a equipe amargou a terceira colocação. Nesta temporada, Eidevall precisará mostrar algo mais que uma Conti Cup.

    Adotando a mesma estratégia que nas temporadas passadas, o Arsenal fez um mercado de transferência bem discreto e curto, e se juntaram ao plantel a goleira Daphne van Domselaar, ex Aston Villa; e as atacantes Rosa Kafaji, ex BK Häckern, e Mariona Caldentey, ex Barcelona. O time também deu uma renovada em seu elenco, e a principal baixa para temporada fica por conta da atacante Vivianne Miedema, uma das maiores artilheiras da história do time, que se transferiu para o Manchester City. A falta de profundidade de peças segue sendo um dos principais problemas da equipe, principalmente no setor defensivo, algo agravado pela incerteza física de Leah Williamson que ainda não conseguiu voltar a sua melhor forma física. Além disso, Eidevall tem mostrado grande dificuldade para encaixar o time, que vem apresentando um futebol bastante pobre e sem criatividade, por vezes arrastado e previsível. O começo de temporada não é nada positivo, com desempenhos bem abaixo do esperado, a equipe chega pressionada diante do Bayern de Munique na primeira rodada da UWCL.

    Time Base

    Imagem gerada pelo aplicativo LINEUP11

    Jonas Eidevall costuma postar seu time em 4-2-3-1, com linhas bem definidas e sempre valorizando a posse de bola já no setor defensivo. Tendo à disposição jogadoras como Lia Walti, Lotte Wubben-Moy e Leah Williamson, que possuem um excelente passe, a equipe aposta em lançamentos de média e longa distância, sempre buscando acionar suas alas. Suas atacantes estão sempre se movimentando e trocando de posição, a fim de confundir as marcadoras e é comum que suas laterais estejam sempre apoiando no campo de ataque. Priorizando o jogo mais rápido e com toques curtos, em um dia bom, a equipe costuma envolver bem seus adversários ao ditar o ritmo das partidas.

    No entanto, a equipe não mostra muita adaptabilidade tática, e acaba ficando refém de suas próprias fraquezas. O meio campo frequentemente acaba ficando “fora” do jogo e o baixo aproveitamento do time na frente do gol adversário tem custado um preço alto. Por jogar com linhas altas e suas laterais estarem sempre mais avançadas, o Arsenal sofre muito na transição entre ataque-defesa, e frequentemente coloca suas zagueiras em situações de 1×1 contra as adversárias ou tendo que “correr para trás” para tentar recompor suas linhas.

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    Cathia Valentim
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    Engenheira Civil. Produtora independente de conteúdos sobre futebol feminino no Brasil e no mundo, com foco em pesquisas e resgates históricos. Criadora e idealizadora do projeto Esquina da Champions.

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