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    Home»Champions League Feminina»Raio-X do Esquina #01: Galatasaray
    Champions League Feminina

    Raio-X do Esquina #01: Galatasaray

    Cathia ValentimBy Cathia ValentimOutubro 2, 2024Updated:Outubro 2, 2024Sem comentários4 Mins Read
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    Ficha Técnica

    Nome: Galatasaray SK

    Cidade/País: Istambul, Turquia.

    Fundação: 2021

    Estádio: Instalações Florya Metin Oktay ( 3.500 lugares)

    Títulos: 0

    Capitã: Emine Esen

    Técnico: Metin Ülgen

    Projeção: Fase de grupos

    Galatasaray Feminino

    Jogadoras do Galatasaray comemorando a classificação para a fase de grupos da Liga dos Campeões Feminina.
    Créditos Imagem: Reprodução / Site Oficial Galatasaray

    Fundada em setembro de 2021, a seção feminina do Galatasaray começou sua trajetória na modalidade com passos pequenos e graduais, alcançando seu grande momento na temporada 2023/24, quando se sagraram campeãs turcas pela primeira vez. Resultado que colocou o time em sua primeira participação para as fases eliminatórias da Liga dos Campeões Feminina. Sob o comando do experiente treinador Metin Ülgen, com ampla passagem nas categorias de base do clube, a equipe já igualou o melhor resultado de uma equipe feminina da Turquia na história da competição.

    O Galatasaray chegou à fase de grupos do torneio após vencer o Racing Union, de Luxemburgo, e o BIIK Shymkent, do Cazaquistão, na primeira fase eliminatória. E venceu o Slavia Praha, da República Tcheca, na segunda fase eliminatória, por 4 a 3, placar agregado.

    O que esperar da equipe

    Estreante na competição, o Galatasaray já é uma das grandes histórias da edição. Isso porque a equipe chegou a fase de grupos do torneio em sua primeira participação, já sendo uma das 16 melhores equipes da temporada europeia, igualando a marca do Konak Belediyesi of Izmir, que em 2013, se tornou a primeira equipe feminina da Turquia a chegar às oitavas de final da Liga dos Campeões Feminina.

    Mas a equipe tem uma dura missão pela frente. Isso porque as turcas terão pela frente três adversários duríssimos. As leoas estão no grupo A, junto com Lyon (maior campeão do torneio), Wolfsburg (bicampeão europeu) e Roma (bicampeã italiana). Pensando em sua estreia na competição e desejando ser mais que o “patinho feio” do grupo , o Galatasaray conta com os reforços da janela de verão para surpreender na competição.


    Para disputa da temporada europeia, e para defender o título nacional, Metin Ülgen conta com os reforços das defensoras Oluwatosin Demehin, destaque do futebol feminino nigeriano; Ecem Cümert, bicampeã turca e com passagens no futebol alemão; e Jazmin Jackmon, com passagens no futebol italiano e australiano; além disso, contará com a atacante senegalasa, Hapatou Malado Diallo, uma das grandes promessas do futebol feminino africano para os próximos anos, e a centroavante tcheca Andrea Stasková, com passagens por Juventus, Atlético de Madrid e Milan. E fechando a lista de reforços, a equipe conta ainda com a experiência e qualidade de Catalina Usme, capitã e maior artilheira da Seleção Colombiana, e um dos grandes nomes do futebol feminino sulamericano.

    Time Base

    Distribuição e provável formação da equipe do Galatasaray para os jogos na competição.
    Imagem gerada pelo aplicativo LINEUP11

    Metin Ülgen costuma postar sua equipe em um 4-1-2-2 bem definido, buscando explorar as bolas longas nas costas das defesas adversárias, a fim de encontrar a referência de Andrea Stašková. Além disso, tende a se sair muito bem pelos lados do campo usando Arzu Karabulut e Kristina Bakarandze. Ainda na fase construtiva, a equipe busca sempre sair com toques rápidos e direcionados, principalmente quando Hapsatou Malado está em campo, aproveitando sua velocidade e habilidade para quebrar as linhas de marcação adversárias. Na bola parada, a equipe conta com toda a qualidade de Catalina Usme, que tem atuado como uma distribuidora de jogo.

    Na fase defensiva, o Galatasaray costuma apostar num bloco baixo com linha de quatro fixa, mais o apoio de suas alas, porém mostra lentidão na recomposição e cede muitos espaços para que os adversários explorem as costas de suas laterais, o que acaba ocasionando muitos embates de um contra um entre as zagueiras e as atacantes adversárias. Há também uma grande fragilidade nas bolas paradas, principalmente nas jogadas aéreas, responsáveis pela maioria dos gols sofridos pela equipe.

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    Cathia Valentim
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    Engenheira Civil. Produtora independente de conteúdos sobre futebol feminino no Brasil e no mundo, com foco em pesquisas e resgates históricos. Criadora e idealizadora do projeto Esquina da Champions.

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