Close Menu
Planeta Futebol Feminino
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Planeta Futebol FemininoPlaneta Futebol Feminino
    • Home
    • Seleção Brasileira Feminina
    • Futebol Brasileiro
    • Futebol Internacional
    • Futebol de Base
    Planeta Futebol Feminino
    Home»Futebol Feminino»Portland Thorns x OL Reign: empate no último clássico pela temporada regular
    Futebol Feminino

    Portland Thorns x OL Reign: empate no último clássico pela temporada regular

    Amanda Viana SilvaBy Amanda Viana SilvaOutubro 14, 2021Updated:Novembro 1, 2021Sem comentários6 Mins Read
    Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email
    Share
    Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email

    Em partida atrasada válida pela temporada regular da NWSL (National Women’s Soccer League – Campeonato dos Estados Unidos), na noite desta quarta-feira, 13, o Portland Thorns recebeu seu rival, OL Reign, no Estádio Providence Park. O duelo, antes marcado para o dia 02 de outubro, terminou empatado em 1 a 1, com gols de Morgan Weaver (Thorns) e Megan Rapinoe (Reign).

    O Thorns, líder do campeonato e comandado por Mark Parsons, chegou ao Cascadia (nome dado ao derby entre essas duas equipes. Faz referência à região da Cascadia, que engloba o estado do Oregon (Portland Thorns) e de Washington (OL Reign)) pressionado e passando por um momento de instabilidade. Tendo somado apenas 1 ponto dos últimos 9, a equipe viu seu rival se aproximar na tabela.

    Por outro lado, o Reign, vice-lider e dirigido por Laura Harvey, chegou em alta no clássico. O time, até então invicto por 7 jogos, tendo somado 19 dos últimos 21 pontos possíveis, reduziu para 1 ponto a distância para o líder e se colocou na briga para a conquista do NWSL Shield (título da temporada regular).

    O JOGO

    O duelo começou eletrizante, com o Portland Thorns abrindo o placar logo aos 3 minutos. O gol nasceu do esforço de Sophia Smith, que superou Quinn, Lauren Barnes e Jess Fishlock, dando bom passe para a finalização de Morgan Weaver. O lance foi um indício do que viria a ser a primeira etapa: Thorns bastante agressivo e concentrado; Reign passivo, relapso e desorganizado.

    Com marcação alta, incomodando bastante a saída de jogo do Reign, o time da casa conseguiu travar o jogo do adversário. Sem a bola, o Thorns triunfou. O conjunto, muito bem postado e protegendo com excelência sua área, praticamente anulou Fishlock e Dzsenifer Marozsán, principais fontes de criação do rival. No entanto, com a bola, faltou capricho no acabamento das jogadas. Bastante superior, a equipe esbarrou na falta de pontaria – Weaver, Smith e Angela Salem, por exemplo, tiveram boas chances – e não conseguiu ampliar a vantagem no placar.

    Sofrendo muito para construir suas jogadas, o Reign, no primeiro tempo, só incomodava em raras transições ofensivas puxadas por Rose Lavelle e em lances de bola parada. A principal chance veio aos 28 minutos, quando Marozsán fez bela jogada individual e cruzou para a área. Fishlock ajeitou de cabeça para o centro, mas Eugénie Le Sommer finalizou por cima da meta de Bella Bixby.

    A segunda etapa foi bem diferente, muito pela mudança de postura do time de Laura Harvey. A treinadora trocou Quinn, que vinha mal na partida, sem conseguir conter e dominar o meio campo, pela brasileira Angelina. A substituição surtiu efeito e a equipe apresentou mais fluidez no setor ofensivo, atuando de forma mais dinâmica e conseguindo controlar a posse de bola. Com melhor circulação no ataque, o Reign conseguiu envolver mais seus destaques na construção. Fishlock, Marozsán, Lavelle e Sofia Huerta – lateral direita improvisada que faz belo campeonato – criavam boas chances, mas as tomadas de decisões finais eram problemáticas.

    O time da casa passou a segunda etapa se defendendo, no geral, de forma bastante competente, e explorando os contra-ataques. Em decorrência da marcação mais agressiva imposta pelo adversário à sua saída de bola, o Thorns passou a ter mais dificuldade de progredir e controlar o ritmo da partida. A chance mais perigosa da equipe veio aos 59 minutos, oriunda de um contra-ataque puxado por Weaver, que acionou Smith. A atacante fez o pivô, ajeitando para Christine Sinclair finalizar com muito perigo ao gol de Sarah Bouhaddi.

    Harvey, ao 62 minutos, fez duas substituições curiosas, porém que se provaram determinantes para o empate. Saíram as duas atacantes com maior poder de definição, Le Sommer e Bethany Balcer, para as entradas de Megan Rapinoe (voltando de lesão) e Dani Weatherholt. Chamou a atenção a entrada da última, por ser meio-campista mais defensiva. Com isso, a comandante soltou mais Angelina, que passou a atuar como segunda volante, e avançou Fishlock e Lavelle. No entanto, a falta de referência na área foi obstáculo para a equipe tentar o empate. Em resposta ao avanço do Reign, Parsons trocou sua linha ofensiva, colocando jogadoras descansadas e de velocidade.

    Aos 84 minutos aconteceu o confuso lance que definiu o placar. Rapinoe cobrou escanteio venenoso, a bola bateu em Lindsey Horan e beijou a trave. No rebote, Angelina chutou e Bixby salvou em cima linha. A bola sobrou para Huerta, que emendou de primeira, acertando, à queima-roupa, os braços de Salem. A meio-campista do Thorns estava com seus braços colados no corpo, protegendo seu peito e rosto. A árbitra da partida marcou a penalidade. Na minha opinião, a infração foi mal assinalada, visto que Salem não realiza nenhum movimento brusco ou anti-natural com seu braço, nem amplia sua área de ação. Rapinoe, fria e decisiva, bateu com perfeição e deu, aos 86 minutos, números finais ao confronto.

    Melhores momentos:

    📼Cascadia Clips 📼#PORvRGN | @Nationwide pic.twitter.com/5FNQhNDAlk

    — National Women’s Soccer League (@NWSL) October 14, 2021

    ANÁLISE FINAL

    Pelo o que ambas as equipes produziram, tendo o Portland Thorns sido melhor no primeiro tempo e o OL Reign no segundo, o empate em 1 a 1 ficou de bom tamanho para o clássico da Cascadia. No entanto, o time da casa sai com um gosto amargo, por ter se defendido bem e pela marcação de um pênalti discutível contra.

    A vantagem do Thorns na liderança permanece de 1 ponto. Restam 2 rodadas para o fim da temporada regular da NWSL e a batalha pelo NWSL Shield continua aberta. Enquanto o Thorns enfrenta 2 equipes que ainda brigam por vaga nos playoffs (Houston Dash e North Carolina Courage), o Reign duela apenas com 1 (Washington Spirit), finalizando contra o último colocado (KC). Vale salientar que o time do estado de Washington leva a vantagem contra o do estado do Oregon nos critérios de desempate (confrontos diretos).

    Destaque final vai para a boa atuação da brasileira Angelina. A atleta ganhou minutos relevantes no setor central do meio-campo (ao longo da temporada vem sendo mais utilizada na linha de ataque, geralmente como ponta), onde se sente mais confortável. Ajudou a equipe na construção, tendo impacto na melhora da fluidez ofensiva, bem como se posicionou bem, conseguindo algumas interceptações, além de ter sustentado duelos contra o forte meio-campo rival.

    FICHA TÉCNICA

    Competição: National Women’s Soccer League (Campeonato dos Estados Unidos)

    Local: Estádio Providence Park – Portland, Oregon, EUA

    Data: 13/10/2021

    Horário: 23h30 (de Brasília)

    Transmissão: Twitch (NWSLOfficial3)

    Gols: Morgan Weaver (Portland Thorns); Megan Rapinoe (OL Reign)

    Cartão amarelo: Angelina (OL Reign)

    PORTLAND THORNS: Bella Bixby; Natalia Kuikka, Emily Menges, Becky Sauerbrunn, Meghan Klingenberg (Kelli Hubly); Rocky Rodríguez, Angela Salem, Lindsey Horan; Sophia Smith (Simone Charley), Christine Sinclair (Crystal Dunn) e Morgan Weaver (Tyler Lussi). Técnico: Mark Parsons.

    OL REIGN: Sarah Bouhaddi; Sofia Huerta, Alana Cook, Lauren Barnes, Kristen McNabb; Rose Lavelle (Amber Brooks), Quinn (Angelina), Jess Fishlock; Bethany Balcer (Dani Weatherholt), Dzsenifer Marozsán (Ally Watt) e Eugénie Le Sommer (Megan Rapinoe). Técnica: Laura Harvey.

    Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email
    Amanda Viana Silva
    • X (Twitter)

    Related Posts

    Após derrota diante da Venezuela, Brasil entra em campo no último amistoso desta Data FIFA

    Março 7, 2026

    Depois de 10 jogos, Brasil perde para a Venezuela

    Março 5, 2026

    Brasil e Venezuela se enfrentam nesta quarta-feira, 04

    Março 4, 2026

    Brasil tem alguns sustos, mas vence a Costa Rica

    Fevereiro 28, 2026
    Facebook X (Twitter) Instagram YouTube
    © 2026 ThemeSphere. Designed by ThemeSphere.

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.