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    Home»Champions League Feminina»Raio-X do Esquina #15: Manchester City
    Champions League Feminina

    Raio-X do Esquina #15: Manchester City

    Cathia ValentimBy Cathia ValentimOutubro 9, 2024Sem comentários4 Mins Read
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    Ficha Técnica

    Nome: Manchester City Women’s Football Club

    Cidade/País: Manchester, Inglaterra

    Fundação: 1988

    Estádio: Academy Stadium (7.000 lugares)

    Títulos: 0

    Capitã: Alex Greenwood

    Técnico: Gareth Taylor

    Projeção: Quartas de final

    Man City Women

    Créditos Imagem: Reprodução / Manchester City FC

    A primeira equipe de futebol feminino do Manchester City foi fundada em 1988, mas foi apenas a partir do plano de profissionalização da equipe, colocado em vigor entre 2014 e 2015, que visava a total profissionalização da equipe, que o City se tornou uma força considerável na modalidade no cenário nacional. Já em 2014, a equipe conquistou sua primeira taça na modalidade ao se tornar campeão da Copa da Inglaterra pela primeira vez. Desde então, o time tem figurado no “Big 3” nacional e já adicionou em sua galeria mais sete troféus, com seu primeiro título de campeão inglês tendo sido conquistado em 2016.

    Última participação na UWCL

    Desde a implementação da fase de grupos na Liga dos Campeões Feminina, será a primeira vez que o Manchester City irá participar. Sua última participação nas fases mais agudas foi na edição 2020/21, quando foram eliminadas nas quartas de final pelo Barcelona, por 4 a 2, placar agregado. Nas edições seguintes, a equipe acabou caindo nas fases eliminatórias, duas vezes, para o Real Madrid. Na edição atual, o City chegou a fase de grupos após vencer o Paris FC, por 8 a 0, placar agregado.

    O que esperar da equipe

    O Manchester City possui uma das melhores equipes da modalidade na atualidade, mas para além de ter um bom elenco, as comandadas de Gareth Taylor tem sido uns dos times que melhor tem desempenhado, desde a temporada passada, onde o time ficou muito perto de vencer o campeonato inglês pela segunda vez em sua história. Após um começo instável a frente da equipe, Taylor parece finalmente ter encontrado sua melhor versão, aproveitando bem suas peças e potencializando suas melhores atletas. Em seu retorno a competição, o City chega para brigar entre os primeiros colocados, e deve ser uma força a ser considerada por todos os participantes.

    Com os pensamentos voltados para a busca de conquistas, a equipe promoveu algumas mudanças no elenco, e algumas atletas deixaram o clube, com a saída mais impactante ficando por conta da agora ex-capitã Steph Houghton, que se aposentou do futebol. Outra saída importante, fica por conta da goleira Ellie Roebuck, transferida para o Barcelona. Mas nem só de baixas viveu o time na janela de verão, Taylor apostou no mercado japonês para reforçar a equipe, com a aquisição das atletas Aoba Fujino, Risa Shimizu e Ayaka Yamashita, destaques da Seleção na última Copa do Mundo e nos Jogos Olímpicos. Mas, a grande contratação do time para temporada ficou por conta da chegada da atacante holandesa, Vivianne Miedema, maior artilheira da Seleção e do Campeonato Inglês, que se transferiu do Arsenal.

    Time Base

    Imagem gerada pelo aplicativo LINEUP11

    Gareth Taylor atua em um 4-3-3 bem definido, no ataque , e se defende em um 4-4-2, seu time valoriza a posse de bola e passes rápidos e curtos. Suas laterais estão sempre trocando de posição entre si, para fugir da pressão alta adversária, e sempre buscando acionar os corredores para onde estão suas alas. Apesar de ser uma equipe que opta em ficar mais com a bola e passes mais curtos, o City possui bons atributos no jogo vertical e passas em profundidade para encontrar suas centroavantes. Com Bunny Shaw e Vivianne Miedema em seu Arsenal, a equipe ganha muito em presença de área e objetividade.

    No momento defensivo, a equipe tem linhas compactas que buscam sempre reduzir os espaços para as adversárias, suas atacantes costumam baixar as linhas para auxiliar na marcação e proteger os corredores, setor que o time mais costuma sofrer na transição ataque/defesa. A bola parada defensiva tende a ser uma dor de cabeça para as inglesas.

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    Cathia Valentim
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    Engenheira Civil. Produtora independente de conteúdos sobre futebol feminino no Brasil e no mundo, com foco em pesquisas e resgates históricos. Criadora e idealizadora do projeto Esquina da Champions.

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