Close Menu
Planeta Futebol Feminino
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Planeta Futebol FemininoPlaneta Futebol Feminino
    • Home
    • Seleção Brasileira Feminina
    • Futebol Brasileiro
    • Futebol Internacional
    • Futebol de Base
    Planeta Futebol Feminino
    Home»Champions League Feminina»Raio-X do Esquina #13: Hammarby IF
    Champions League Feminina

    Raio-X do Esquina #13: Hammarby IF

    Cathia ValentimBy Cathia ValentimOutubro 9, 2024Sem comentários4 Mins Read
    Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email
    Share
    Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email

    Ficha Técnica

    Nome: Hammarby IF Fotbollförening

    Cidade/País: Estocolmo, Suécia

    Fundação: 1970

    Estádio: Hammarby IP (3.700 lugares)

    Títulos: 0

    Capitã: Alice Carlsson

    Técnico: Martin Sjögren 

    Projeção: Fase de grupos

    Hammarby IF

    Créditos imagem: Reprodução / Hammarby Fotboll

    A primeira equipe do Hammarby foi criada em 1970, e ao longo de seus 54 anos de existência, o time passou por algumas mudanças de nome e incorporações, até que em 2016 se tornou uma seção do Hammarby IF Fotbollförening. Considerado pioneiro no futebol feminino sueco, o Hammarby conseguiu sua primeira conquista em 1985, ao vencer a Damallsvenskan (campeonato sueco feminino) pela primeira vez. Mas apesar de toda tradição, a galeria de troféus da equipe é curta, tendo conquistado, nos últimos 39 anos, mais um título da Damallsvenskan (2023), e três Taças da Suécia (1994, 1995 e 2022/23). Ao longo de sua história, a equipe teve em suas fileiras jogadoras notáveis, e históricas, como Pia Sundhage (como jogadora e treinadora), Lilie Person e Magdalena Eriksson.

    Esta é a primeira participação do Hammarby, entre homens e mulheres, em uma edição da Liga dos Campeões da UEFA, a classificação veio após vencerem o Benfica, de Portugal, na segunda fase eliminatória, por 3 a 2, placar agregado.

    O que esperar da equipe

    O Hammarby possui um plantel bem equilibrado dentro de suas limitações. O fato de não contar com jogadoras badaladas, faz com que a equipe priorize a coletividade. Apesar de não ser uma grande força no cenário nacional, uma vez que a equipe tem um longo histórico de quedas e acessos na Damallsvenskan, o Hammarby vem se consolidando aos poucos e atualmente ocupa a 3ª colocação do campeonato nacional (o que temporariamente coloca o time nas eliminatórias para edição 2025/26 da UWCL). impulsionadas pela capacidade de reação demonstrada no duelo contra o Benfica, as suecas fazem sua estreia no cenário europeu com bastante confiança e entusiasmo.

    Focando na disputa da Ligas dos Campeões a equipe fez algumas contratações na janela de verão, onde se juntaram ao time a atacante Cathinka Tandberg, ex Linköping FC; e as meio campistas Asato Miyagawa, ex Tokyo Verdy Beleza; e, Suzu Amano, ex INAC Kobe. Porém, a equipe tem se adaptado para atuar sem algumas das atletas que foram o pilar do time na temporada passada, casos de Simone Boye Sørensen, afastada devido a gestação de seu primeiro filho; Julia Roddar, transferida para o London City Lionesses; Maika Hamano, que retornou ao Chelsea após fim de seu empréstimo; e Madelen Janogy, artilheira da equipe na temporada, transferida para a Fiorentina. Estando em um grupo tão complicado com Barcelona e Manchester City, o Hammarby precisará vencer todas as suas limitações técnicas para tentar fazer alguma frente aos adversários.

    Time Base

    Imagem gerada pelo aplicativo LINEUP11

    Martin Sjögren tem adotado basicamente duas formações para sua equipe ao longo da temporada, postando o time em um 4-2-3-1 ou 4-4-2, por vezes alternando entre as duas formas durante o jogo. O time possui linhas sólidas e defende relativamente bem. Suas defensoras costumam ficar bem espalhadas no campo para dar início a construção das jogadas do time. Fazendo muito uso dos lançamentos longos e em profundidade, a equipe busca acreditar em seus adversários na transição ataque-defesa, tentando sempre explorar as costas das marcadoras com a velocidade de suas alas.

    No momento defensivo, o time aposta em uma pressão alta mais moderada, onde busca forçar seus adversários a procurarem os espaços mais abertos do campo para que suas defensoras tenham vantagem em possíveis duelos de 1×1. Em contrapartida, a equipe acaba deixando suas defensoras muito expostas, frequentemente tendo que entrar em duelos individuais contra as atacantes adversárias, que caso sejam mais habilidosas, com poucos toques, podem sair na frente do gol das suecas.

    Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email
    Cathia Valentim
    • X (Twitter)
    • Instagram

    Engenheira Civil. Produtora independente de conteúdos sobre futebol feminino no Brasil e no mundo, com foco em pesquisas e resgates históricos. Criadora e idealizadora do projeto Esquina da Champions.

    Related Posts

    Com show de Kerolin, Brasil goleia a Coreia do Sul

    Abril 12, 2026

    Já classificadas para a Copa, Brasil e Coreia do Sul se enfrentam na estreia da Fifa Series

    Abril 11, 2026

    City vence United e se aproxima do título; Arsenal goleia Tottenham

    Março 30, 2026

    Sport relança programa de sócios com novidades

    Março 25, 2026
    Facebook X (Twitter) Instagram YouTube
    © 2026 ThemeSphere. Designed by ThemeSphere.

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.