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    Home»Champions League Feminina»Raio-X do Esquina #08: Chelsea
    Champions League Feminina

    Raio-X do Esquina #08: Chelsea

    Cathia ValentimBy Cathia ValentimOutubro 4, 2024Sem comentários4 Mins Read
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    Ficha Técnica

    Nome: Chelsea FC Women

    Cidade/País: Londres, Inglaterra.

    Fundação: 1992

    Estádio: Kingsmeadow (4.850 lugares) / Stamford Bridge (42.000 lugares)

    Títulos: 0

    Capitã: Millie Bright

    Técnica: Sonia Bompastor

    Projeção: Briga pelo título

    Chelsea FC Women

    Créditos imagem: Marc Atkins / Getty Images

    Fundado em 1992 como Chelsea Ladies Football Club por torcedoras da equipe masculina do Chelsea, a princípio não havia nenhum vínculo com o clube. Até que em 2004, o Chelsea Ladies foi integrado ao Chelsea Football Club. A partir daí, as blues começaram a escrever uma nova e vitoriosa história no futebol feminino inglês. Membro fundador da FA Women’s Super League, sob a tutela da lendária treinadora Emma Hayes, o Chelsea se tornou o maior campeão da liga, com sete conquistas, tendo um pentacampeonato consecutivo (2019/20 a 2023/24), e também o melhor time da Inglês na década. Com Hayes, as blues empilharam 15 taças no cenário nacional.

    Última participação na UWCL

    O Chelsea tem sido uma das equipes mais constantes da competição nas últimas duas temporadas, onde terminou entre as quatro melhores equipes, caindo nas semifinais, após jogos duríssimos, para o Barcelona. Na edição passada, a equipe chegou a liderar as semifinais ao vencer o Barcelona, na Espanha, por 1 a 0, mas acabou vendo a classificação escapar, no Stamford Bridge, após sofrer um revés por 2 a 0. Com a vaga tão perto, foi inegável para o time não sentir a frustração de mais uma vez bater na trave na competição.

    O que esperar da equipe

    Nos últimos anos, o Chelsea tem focado em melhorar cada vez mais suas fileiras, se tornando a equipe que mais se movimenta no mercado de transferências, sem medir esforços para trazer peças qualificadas. A equipe possui um elenco robusto e com muitas opções em cada setor, sendo, inegavelmente, um dos melhores plantéis da modalidade. Usando da tática de mesclar experiência com juventude, as inglesas chegam a mais uma edição do torneio para brigar no topo.

    Agora sob o comando de Sonia Bompastor, campeã da Europa com o Lyon, as blues buscam o tão sonhado e desejado título da Liga dos Campeões para completar sua galeria de troféus. A equipe ganhou a adição da multicampeã Lucy Bronze, ex Barcelona, e das jovens Sandy Baltimore e Oriane Jean-François. Em contrapartida, jogadoras históricas como Fran Kirby, Maren Mjelde, Jess Carter e Ann-Katrin Berger deixaram Kingsmeadow neste verão. Mas não se enganem, as baixas em nada enfraqueceram as linhas de Bompastor, na verdade, podemos dizer que abriram espaços para que jogadoras mais jovens e com mais ímpeto, recebam mais oportunidades na equipe. 

    Time Base

    Imagem gerada pelo aplicativo LINEUP11

    Neste começo de trabalho, Bompastor tem postado seu time em um 4-2-3-1, com linhas bem definidas ao mesmo tempo em que seus atacantes se movimentam e trocam de posição com bastante frequência. O Chelsea tem procurado valorizar mais a posse de bola, e busca pressionar os adversários com mais frequência a fim de recuperar a posse. O jogo físico do time também é um ponto a se destacar, característica marcante dos trabalhos da nova comandante, às blues também tem aprimorado esse requisito.

    Com passes curtos e rápidos, usando bem os espaços reduzidos, a equipe colhe muito frutos com a agressividade e ímpeto de suas alas. Também vemos a equipe  fazer bom uso de bolas longas, principalmente quando o time está sob pressão, onde é comum que suas goleiras busquem a ligação direta para as alas, neste caso, vemos sempre uma meio campista posicionada para assegurar a segunda bola em casos onde a atacante disputa com a defensora adversária.

    No momento defensivo, a equipe costuma ser muito agressiva na pressão, sempre tentando pressionar alto seus oponentes, forçando erros de passe e disputas de bola no alto, com uma mescla de pressão por zona e individual. Porém, sofre bastante com as bolas em profundidade nas costas de suas zagueiras, que são atletas mais pesadas e sem tanta velocidade.

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    Cathia Valentim
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    Engenheira Civil. Produtora independente de conteúdos sobre futebol feminino no Brasil e no mundo, com foco em pesquisas e resgates históricos. Criadora e idealizadora do projeto Esquina da Champions.

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