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    Home»Champions League Feminina»Raio-X do Esquina #03: Wolfsburg
    Champions League Feminina

    Raio-X do Esquina #03: Wolfsburg

    Cathia ValentimBy Cathia ValentimOutubro 2, 2024Updated:Outubro 2, 2024Sem comentários4 Mins Read
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    Ficha Técnica

    Nome: VfL Wolfsburg Women

    Cidade/País: Wolfsburg, Alemanha

    Fundação: 1973

    Estádio: AOK Stadium (5.200 lugares)

    Títulos: 2 (2012/13 e 2013/14)

    Capitã: Alex Popp

    Técnico: Tommy Stroot

    Projeção: Quartas de Final

    VfL Wolfsburg

    Jogadoras do Wolfsburg comemoram gol marcado pela equipe
    Créditos Imagem: Reprodução / VfL Wolfsburg

    Uma das equipes mais tradicionais e vitoriosas do futebol feminino europeu, o Wolfsburg foi criado em 1973 como VfR Eintracht Wolfsburg, e foi uma das equipes fundadoras da Frauen Bundesliga (campeonato alemão feminino), mas foi somente em 2003 que a equipe passou a ser parte integrada do VfL Wolfsburg e iniciou sua longa trajetória de sucesso na modalidade.

    O auge da equipe aconteceu em 2012/13, quando as lobas conquistaram o triplete da temporada (Campeonato Alemão, Copa da Alemanha e Liga dos Campeões), e repetiram o feito na temporada 2013/14. Mas, dez anos depois, a equipe liderada por Tommy Stroot vive seu pior momento na década, e chega nesta edição da Liga dos Campeões pressionada por bons resultados e desempenho. 

    Última participação na UWCL

    Após decidir a grande final da edição 2022/23 diante do Barcelona, onde acabou amargando o vice-campeonato após estar vencendo o confronto por 2 a 0, e perderam a vantagem no duelo em cinco minutos, o Wolfsburg protagonizou um dos momentos mais constrangedores da equipe na história da Liga dos Campeões Feminina. Isso porque as comandadas de Stroot caíram na primeira partida da primeira fase eliminatória para a competição diante o Paris FC, da França, e sequer chegaram a disputar a fase de grupos do torneio na edição passada.

    O que esperar da equipe

    O Wolfsburg vive um momento de grande instabilidade, vindo de uma temporada de pouco brilho e que deixou muitos questionamentos, as lobas chegam a esta edição do torneio em busca de afastar a pressão e a desconfiança que rondam o time e a comissão técnica. Após ficar de fora da edição 2023/24 da Liga dos Campeões e perder o campeonato alemão para o Bayern de Munique, se contentando apenas com a taça da Copa da Alemanha, a equipe não começou bem na atual temporada, e tem sofrido bastante no cenário nacional. Com um time que oscila muito de um jogo para outro e ainda tenta se encaixar após perder peças importantes para rivais diretos, o Wolfsburg terá de se superar dentro da competição para sonhar com voos mais altos.

    As lobas fizeram um mercado de transferências bem discreto, principalmente após terem perdido peças chaves como a atacante Ewa Pajor, transferida para o Barcelona, a meio campista Lena Oberdorf, transferida para o Bayern de Munique, e a defensora Dominique Janssen, transferida para o Manchester United. As reposições da equipe não foram a altura das baixas, e chegaram ao clube às atacantes Ariana Arias, ex Barcelona, e Lineth Beerensteyn,  ex Juventus; as meio campistas Justine Kielland, ex Brann, Luca Papp, ex Ferencváros, Janina Minge, ex Freiburg; e, a defensora Sarai Linder, ex Hoffenheim.

    Time Base

    Provável distribuição e formação da equipe para os jogos do torneio.
    Imagem gerada pelo aplicativo LINEUP11

    Geralmente, Tommy Stroot posta seu time em um 4-3-3, e usa muito do recurso de  marcação pressão na saída de bola adversária, a fim de forçar o erro das defensoras e sempre explorando a velocidade de Lineth Beerensteyn e Sveindís Jónsdóttir, que possuem um excelente desempenho em duelos de um contra um. O jogo aéreo da equipe também é muito forte, principalmente com a presença da capitã Alex Popp, uma exímia cabeceadora. As lobas costumam jogar com passes curtos e rápidos, e fazem bom uso de passes longos para encontrar suas alas no corredor nas costas das laterais adversárias.

    Em termos defensivos, a equipe tem mostrado muita instabilidade e sofre muitos gols, as laterais são um problema, agravado pela falta de profundidade de peças no setor, e vem sendo o calcanhar de Aquiles do time nas últimas temporadas. Stroot costuma postar sua defesa com linhas altas, o que acaba gerando um cobertor curto para o time, que sofre muito com bolas nas costas das defensoras  e peca muito na transição defensiva, além de sobrecarregar muito sua primeira volante que precisa cobrir as laterais e os espaços no meio campo. 

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    Cathia Valentim
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    Engenheira Civil. Produtora independente de conteúdos sobre futebol feminino no Brasil e no mundo, com foco em pesquisas e resgates históricos. Criadora e idealizadora do projeto Esquina da Champions.

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